quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Horta di Gueto

Horta di Gueto é um coletivo é formado por jovens de Taboão da Serra, na periferia de São Paulo, com o objetivo de levar os saberes e as práticas da permacultura e da agroecologia para a nossa comunidade. A idéia é promover a visão da periferia, os talentos locais, a maneira tradicional como a perifa colabora, trabalha e cria a vida em conjunto para que essas pessoas (nós) sejamos os protagonistas da própria história e cultura, visando uma forma mais autônoma e sustentável de se viver.

O que fazemos:
Ocupumos uma praça em uma área de vulnerabilidade social em Taboão da Serra trazendo atividades de permacultura, como jardinagem agroecológica, composteira comunitária, oficinas de pintura com tinta de terra, brincadeiras, atelier aberto, rodas de conversa e uma feira agroecológica mensal com alimentos das agricultoras quilombolas do Vale do Ribeira e hortaliças de uma agricultora local.

Envolve artistas locais na divulgação dos eventos e nas oficinas.

Também articula em rede com outros coletivos periféricos de permacultura e escolas e centros culturais de Taboão e do Campo Limpo.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Jongo Embu das Artes

MATERIAL PARA DOWNLOAD

Comunidade Jongo Embu das Artes é um grupo de cultura popular tradicional praticante e mantenedor da cultura do Jongo, reconhecido como patrimônio imaterial brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2005.

Parte dos integrantes são membros da mesma família, com raiz na Comunidade Jongo de Piquete  e descendentes de jongueiros do município de Itajubá - MG. O Jongo está presente na família da Mestra Sol (Solemar Cristina da Silva),   há mais de 50 anos e em Embu das Artes - SP a Comunidade está organizada há dez anos. Tem como sede a casa da mestra Sol no bairro Cercado Grande, realiza encontros quinzenais, festas anuais, e oficinas e apresentações esporádicas.

A cultura do Jongo compreende dança, canto e percussão, organizados em roda, com pontos (cantigas) autorais e de domínio público, seguindo o ritmo de três tambores (Tambu, Caxambu e Candongueiro) e regido pela Mestra ou Mestre responsável pela roda.
Linguagem artística: Musical - Música Afro percussiva.

 Regência: Solemar Cristina

Integrantes: A comunidade é composta por 36 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Repertório:  Músicas (pontos) tradicionais de domínio Público, Músicas da comunidade Jongo de Piquete e autorais da comunidade Jongo Embu das Artes.

Locais para apresentação: Palcos, áreas abertas e cobertas, cortejos, salões, espaços para intervenções artísticas, entre outros.

Rider técnico para apresentação/show:
2 microfones para voz, e 3 microfones para os tambores.

Tempo de apresentação: de 30 min à 1h.

Classificação etária: Livre

Ficha técnica:
Percussão:  Ailton, Iago, Ícaro, Jairo, Karina, Taissol, Tamiris, Thamires.

Corpo de Dança:
Anna Amaral
Ailton Junior
Allyah
Anderson dos Santos
Carine da conceição Santos
Cassio Matheus Vicente de Souza

Cecilia Rodrigues Valente
Clariane Maria
Elma Fernanda Rangel
Jeferson Tiago
Flavio Henrique de Oliveira
Gabriella Cassia Silva Araujo
Gabriel Mesquita do Nascimento
Gabriel Nery
Icaro Cesar Silva Rivas
Igor Aparecido de Campos
Iago Silva Rivas
Iara Silva
Jairo Barbosa de Medeiros
Karina Carvalho Correia Mota
 Layla Martins Moreira dos Santos
Maria Aparecida Catel de Lima
Maria Aparecida do Amaral Rodrigues
Maria Izabel Gomes de Oliveira
Marina Mesquita do Nascimento
Nabila Fernanda Alves Pereira
Paulo Werdan Costa Oliveira Silva
Rafael Kennyata
Ricardo de Oliveira Macegossa
Tainá Sophia de Araujo Nascimento
Tamiris Nascimento Souza
Thamires Ramos Martins
Vera Isolina Vieira Leite
Vlademir Pinheiro de Oliveira
Victor Hugo Oliveira Corcino dos Santos
Vilena Irene Nery Silva


VIDEOS

 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Voz Consoantes


O Encontro Voz Consoante surgiu para dar voz ao artistas que representa o momento que vive, seu contexto social e um modo de enxergar o mundo capaz de refletir anseios coletivos. 

Os shows  vai reunir quatro artistas solo que tem em comum a ancestralidade negra, a origem periférica, consagração à margem dos holofotes e que discutem igualdade de gênero, raça e temática LGBT e desigualdade social.

Encontro inusitado uma vez que cada um destes artista tem seu trabalho solo e suas agendas independente para cumprir

Izzy Gordon
Cantora de jazz e blues, circula por todos os eventos e festivais do gêneros no Brasil. Tem flexibilidade musical e fez shows com Emicida, Margareth Menezes, Elba Ramalho, Banda Black Rio, Max de Castro, Gerson King Combo, Zizi Possi, Ed Motta, Rashid, Rael.
Redes Izzy:
Facebook @IzzyGordonCantora 
Youtube - @TVizzygordon
Instagram - @izzygordon 

James Bantu
Vai das letras de protesto à singelas canções e poemas que falam do amor, da natureza e das sutilezas do cotidiano. Experimenta apresentações intimistas em voz e violão e espetáculos para multidões – ele é backing vocal do cantor revelação Rincon Sapiencia. Com o amigo e outros grandes rimadores faz parte do coletivo Audácia desde 2010.
Redes James Bantu
Facebook - @jamesbantuu
Youtube - @UCa10tfhgmHXOF9EIKgCSUXA
Instagram - @jamesbantu

Ge de Lima
Um dos frutos talentosos do bairro do Grajaú (perifereia da ZS de SP), é ator, cantor e compositor e cresce como referência do empoderamento LGBT negro, representatividade gay, lésbica trans, não binária e negra. Seu papel ativista está consolidado nos clipes Fotografia e Acaso
Redes de Ge de Lima
Facebook - @gedelimaoficial
Youtube - @CarterMLive
Instagram - @gedelimaoficial

Melvin Santhana
Cantor, compositor e multi-instrumentista, de musicalidade negra com influência yoruba- nagô. Compõe a guig do show BOGGIE NAIPE, do Racionais e MANO BROWN. Dialoga com o teatro e o cinema. Seu primeiro disco solo, ABRE ALAS, traz elementos do jazz, soul, samba, afro-beat e hip hop.
Redes Melvin Santhana
Facebook - @melvinsanthanaoficial
Youtube - @UCWHbi2hgAw4WX1t_eq7Wkaw
Instagram - @melvinsanthana

Tempo de Show
78 minutos equivale a 1h e 30 min

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Ajayô Samba do Monte - primavera de 2018

Samba do Monte celebra a primavera com maracatus e batuques no Capão Redondo

A festa Ajayô Samba do Monte chega na 7a edição com convidados  mais que especiais. A roda de samba que completa 10 anos em 2018 traz para a zona sul muita música e boas energias no dia 20 de outubro, sábado, a partir das 14h. 

Tradição e ancestralidade nas palavras de mestre Aderbal Ashogun, que vai falar sobre as autênticas expressões do sagrado nas religiões afro-brasileiras. Um convite para conhecer e saudar os orixás Ibeji e Ewá.

Conosco estarão o grupo de Maracatu Nação Cambinda, de Embu das Artes, Roberta Oliveira e o Bando de Lá e também como convidado especial o Pagode da 27, tradicional e famoso grupo da região do Grajaú.

A Velha Guarda do Samba paulista tem lugar de destaque na festa de primavera. Dessa vez quem chega para ser homenageado é Zé Maria, sambista e integrante da Escola de Samba Unidos do Peruche.

Artistas e orixás

Como mestres de cerimônia a dupla Sharylaine Bakhita e James Lino, ambos também cantores e compositores que prestigiam e difundem expressões culturais e artísticas do povo brasileiro.

O professor Jair Guilherme carrega nas tintas para retratar as orixás saudados em pinturas especiais. Rodrigo Bueno faz a ambientação inspirado também nas divindades saudadas no dia do evento.

Ibeji, sagrada entidade das religiões afro-brasileiras (umbanda e candomblé) que representa as crianças, é regida pela infância das brincadeiras, da alegria e de tudo que se inicia e nasce. Ewá, pouco reverenciada no Brasil mas não menos importante, domina a vidência, atributo que o deus dos oráculos, Orunmilá lhe concedeu. Está ligada a virgindade e a pureza.

LINK do evento no Facebook
https://www.facebook.com/events/238711216826717/

*SERVIÇO*

Abertura com Maracatu Nação Cambinda do Teatro Popular Solano Trindade.
Saudações aos orixás Ibeji e Ewá.
Diálogo com mestre Aderbal Ashogun.
Residência: O Bando de Lá convida Raquel Tobias.
Presença e homenagem de Seu Zé Maria da Velha Guarda da Escola de Samba Unidos do Peruche.
Mestres de cerimônia Sharilayne Bakhita e James Lino.
Arte e ambientação Rodrigo Bueno do Mata Adentro e o professor Jair Guilherme do Balaio Ateliê.
Transmissão do áudio ao vivo pela Rádio Mixtura.

Ajayô, licença para voltar! Sim, voltar!
Todos são bem-vind@s! Tragam crianças! Classificação Livre

*COMO CHEGAR*
CDHEP - Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo

Metrô Capão Redondo (Linha 5 do metrô) - (500m).
Próximo ao Terminal Capelinha (1km).
Localização
https://bit.ly/2P7g3KF

Rua Doutor Luis da Fonseca Galvão, 180 - Capão Redondo - São Paulo - SP.
CEP: 05855-300 - Telefone: (11) 5511-9762
E-mail: cdhep@cdhep.org.br

Patrocínio: Diversidade Cultural e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Apoio: Samba em Rede, Rede São Luís, Espaço Comunidade, Fábrica de Cultura Jd São Luis, Fábrica de Cultura do Capão Redondo, Movimento Cultural das Periferias, Coleta Filmes, Casa de Cultura e Educação São Luiz, e CDHEP - Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo.


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Bloco Afro É Di Santo



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Bloco Afro É Di Santo constitui-se como grupo de musicalidade afro percussiva que celebra as tradições negras com os tambores, as danças, os cantos, a religiosidade e ancestralidade negra.

A musicalidade afro percussiva presente são conectados com os ritmos e músicas que (r)existem na cultura afro-brasileira de influências das matrizes africanas, como: samba reggae, samba afro, samba de roda, ijexá, congo de ouro, cabula, funk e criações próprias.

Linguagem artística:
Música – Música Afro percussiva.

Integrantes: 
o Bloco é composto por 22 pessoas, sendo: percussionistas (mulheres e homens), cantoras, dançarinas e dançarinos e maestria.


Repertório: São músicas compostas, ritmos, convenções e variações criadas pelo Bloco, assim como músicas dos blocos afro tradicionais da Bahia.

Locais para apresentação:
Palcos, Áreas abertas e cobertas, Cortejos cênicos, Salão, Intervenções artísticas, entre outros

Rider técnico para apresentação/show:
3 microfones para voz.

Ficha técnica:
Direção musical / percussão: Mestre Rabi
Surdos de dobra: Cintia, Andreia Souza, Shirley, Priscila Marques, Sara
Surdos de marcação: Jel, Thomas, Norma e Robson
Caixa: Regiane e Roberta
Repique: Andreia Criola, Luiz Spinola
Timbal: Renildo Timbaleiro Negro
Cordas: Isac Negreiro
Corpo de Dança: Isabela, Orlando, Débora Marçal e Renato
Vozes: Tatiane e Rose Eloy
Assistência técnica de som: Raimundo Negreiro
Tempo de apresentação: 1h30min
Classificação etária: Livre

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Umoja


MATERIAL PARA DOWNLOAD

+ Fotos 1 
+ Fotos 2

O Umoja trabalha com diversas linguagens artísticas, com ênfase nas referências às culturas afro-brasileiras e nos seus aspectos híbridos,danças dramáticas populares e musicalidades, cocos, maracatus, sambas rural, de roda, cirandas e afoxés. Ao todo são 13 integrantes, autodidatas, pesquisadores universitários,atores, bailarinos, músicos, figurinistas, e produtores, com diversas idades identificados com as culturas populares e afro-brasileiras. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE..

Show Umoja de música e dança:

Maracatu
O show começa com um baque de maracatu afastados do palco,ou do local de
apresentação, um pequeno cortejo, vamos nos aproximando e o povo que estiver
presente já começa a ouvir a sonoridade do baque...

Danças Circulares:
Samba de coco, Ciranda, Samba de roda (o público é convidado a participar das
rodas e interagir junto com os dançarinos e cantores do grupo)

Show percussivo:
Canjira (os percussionistas e dançarinos do grupo fazem performances
improvisadas, convidando o publico também a participar)
Tempo total do show com o cortejo:
01h(uma hora) ( pode ser adaptado conforme necessidades)

REPERTÓRIO

TODAS AS MUSICAS DO SHOW SÃO NOSSA AUTORIA E DE
DOMÍNIO PÚBLICO

CIRANDA
Ciranda da lua
Minha ciranda
Até a Lua
Vem morena
Morena vem ver

SAMBA DE COCO
Quem chegou foi Umoja
Meu barco ligeiro
Ta caindo fulo
Agora foi que cheguei
Cobra verde

SAMBAS DE RODA
Eu já sambei
Cana verde
É hora é hora
São come e São Damião
Adeus adeus

MARACATU
NASCEU O MARACATU (umoja)
A CORTE VERMELHA E BRANCA (umoja)
COLHER DE PAU ( Umoja)



FICHA TÉCNICA:

Dançarinos:
Priscila Preta
Débora Marçal

Percussionistas/ Cantores
Rabi
Euller Alves
Allan Bernadino
Alemão
Flavia Rosa
Alânia Cerqueira

Músicas
Todas as músicas cantadas no show
São de nossa autoria e de Domínio Público.

Apresentação
Euller Alves


Everton Alves da Silva, nome artístico Rabi, arte-educador de percussão com formação
autodidata, percussionista popular vasta experiência em atabaque, conga, agogô,
tamborim, bongô, pandeiro, reco-reco, chocalho, apitos, berimbau, repeliques, surdo,
tan-tan, rebolo, alfaia, caixa etc. Atualmente ministra oficina de percussão em casas de
cultura e centros educacionais com crianças, jovens e adultos.

Euler Alves da Silva, nome artístico Euller Alves, arte-educador de dança-afro. Iniciou
carreira profissional no interior da Bahia trabalhando com teatro e dança popular. Em
São Paulo deu continuidade a seu trabalho, integrando-se a grupos de dança e teatro,
realizou oficinas com crianças e adolescentes no Jardim Ângela, em casas de cultura e
espaços culturais, coordenou o grupo de cultura afro brasileira Espírito de Zumbi.
Atualmente coordena o Instituto Umoja -grupo de dramaturgia e cultura afro-brasileira.

Débora Maria dos Reis, nome artístico Débora Marçal, é dançarina, coreógrafa, atriz e figurinista do Instituto Umoja. É Co-fundadora, Co-diretora e interprete da Capulanas Cia de Arte Negra, cursou Comunicação das Artes do Corpo–PUC-SP, e é graduanda no curso de Dança na Universidade Anhembi Morumbi, é Artista Orientadora de Dança do Programa Vocacional – Secretaria Municipal de Cultural, ministra oficinas de Dança Afro e Dança Popular brasileira, em escolas, centros culturais, instituições privadas e particulares.

Flávia Rosa Martins, nome artístico Flavia Rosa, atriz e dançarina participou de
grupos de teatro, já realizou intervenções em hospitais como palhaça no setor de
ortopedia infantil, Atualmente ministra oficinas de dança afro-brasileira. Hoje integra a
Cia. Capulanas e o Instituto Umoja.

Elessander ( Alemão) Capoeira Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim Professores:
Gilberto e Arákùnrin De: 2004 até a presente data.
- Projeto Guri Casa Popular de Cultura de Santo Amaro Núcleo M`Boi Mirim 2005
- Percussão Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim Professor: Everton Alves (Rabi)
Período: 2005 a 2008
- Danças Brasileiras (Ciranda/Maracatú/Côco/Samba de Roda) Casa Popular de Cultura
do m ́boi mirim Professora: Raquel Rodrigues 2007.
- Oficina de Canto Professora: Melissa maranhão
- Oficina de Percussão Professor: Everton Alves (Rabi) - Oficina de Teatro Professor:
Carlos Gomes Oficinas promovidas pelo Projeto “VAI” – Secretaria Municipal de
Cultura, com proposta de criação de espetáculo teatral com texto coletivo “Esse Teatro
Vai da Samba” Bloco do Beco Período de 2006 e 2008.
Formação Escola Ensino Médio Completo
Histórico Profissional Ritimista e Capoeirista

Priscila Preta, graduada em Comunicação das Artes do corpo com habilitação em
teatro pela PUC-SP. Realiza trabalhos como atriz e dançarina, atuou na peça Mulheres
de Rosa dirigida por José Rubens Siqueira no TUCA, ministrou oficinas de teatro no
Programa São Paulo é uma Escola e na Fundação Casa. Atualmente é atriz e dançarina
da Cia Capulanas e do Umoja.

Alan Bernardino, Iniciou seu aprendizado da através da Oficina de capoeira e
percussão da Casa Popular de Cultura do M ́boi Mirim, Projeto Guri em 2005 (Bateria)
- Núcleo M`Boi Mirim; Iniciação musical no EE Antônio Aggio (2006) e ainda atuo
como percussionista do Grupo de Cultura Afro-Brasileira Espírito de Zumbi, Band ́
doido e Arrastão do beco e integrante do grupo umoja.
Atuo como arte-educador de percussão na Fundação Julita e Casa Popular de Cultura
de M`Boi Mirim, Associação Nossa Senhora Da Rainha Paz, obra do berço e lar Maria
sininha, jovens e adultos. É também o coordenador musical, responsável pela percussão
do Grupo de Espírito de Zumbi.



TÉCNICA UMOJA.

  • Camarim ou espaço fechado para 16 pessoas c/ espelho e banheiros
  • Água, café e lanche.
  • Palco ou praticável para 8 músicos
  • 4 microfones vozes (coral)
  • 3 microfones vozes (principal) (se possível sem fio)
  • 1 microfone HEAD SET
  • 1 microfone para pandeiro
  • 1 microfone para berimbau
  • 1 microfone para uma alfaia (com clamp)
  • 1 microfone para um surdo
  • 1 microfone para um timbal
  • 1 microfone para um par de tumbadora
  • 1 microfone para um atabaque
  • 4 caixas retorno

Instrumentos usados na apresentação:

  • 4 ALFAIAS
  • 1 SURDO
  • 1 TIMBAL
  • 1 DJEMBE
  • 1 PAR DE TUMBADORAS
  • 1 CAIXA DE GUERRA
  • 2 ABÉS
  • 1 GANZÁ
  • 1 BACURINHA
  • 1 AGOGO
  • 3 TAMBURINS
  • 1 BERIMBAU
  • 1 ATABAQUE
  • 1 CONGUÊ

Equipe:

  • 5 músicos
  • 2 dançarinos