sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Bloco Afro É Di Santo

Bloco Afro É Di Santo constitui-se como grupo de musicalidade afro percussiva que celebra as
tradições negras com os tambores, as danças, os cantos, a religiosidade e ancestralidade negra.
A musicalidade afro percussiva presente são conectados com os ritmos e músicas que (r)existem
na cultura afro-brasileira de influências das matrizes africanas, como: samba reggae, samba afro,
samba de roda, ijexá, congo de ouro, cabula, funk e criações próprias.

Linguagem artística:
Música – Música Afro percussiva.

Integrantes: 
o Bloco é composto por 22 pessoas, sendo: percussionistas (mulheres e homens), cantoras, dançarinas e dançarinos e maestria.

Repertório: São músicas compostas, ritmos, convenções e variações criadas pelo Bloco, assim
como músicas dos blocos afro tradicionais da Bahia.

Locais para apresentação:
Palcos, Áreas abertas e cobertas, Cortejos cênicos, Salão,
Intervenções artísticas, entre outros

Rider técnico para apresentação/show:
3 microfones para voz.

Ficha técnica:
Direção musical / percussão: Mestre Rabi
Surdos de dobra: Cintia, Andreia Souza, Shirley, Priscila Marques, Sara
Surdos de marcação: Jel, Thomas, Norma e Robson
Caixa: Regiane e Roberta
Repique: Andreia Criola, Luiz Spinola
Timbal: Renildo Timbaleiro Negro
Cordas: Isac Negreiro
Corpo de Dança: Isabela, Orlando, Débora Marçal e Renato
Vozes: Tatiane e Rose Eloy
Assistência técnica de som: Raimundo Negreiro
Tempo de apresentação: 1h30min
Classificação etária: Livre

VIVÊNCIAS AFRO PERCUSSIVA
A proposta das vivências é partilhar o universo da musicalidade afro percussiva que o Bloco Afro
É Di Santo faz, circularidade dos saberes e fazeres por meio de rodas de oficinas e workshops.
A vivência afro é composta pela prática da dança afro, cantos negros e da percussão.
Duração: a ser combinado nos espaços.

Proposta para as vivências:
Locais: Espaços artístico-cultural, Coletivos das diversas linguagens, Escolas, Áreas abertas e
cobertas.

Quantidade de pessoas: até 30 (disponibilidade dos instrumentos)

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Umoja

O Umoja trabalha com diversas linguagens artísticas, com ênfase nas referências às culturas afro-brasileiras e nos seus aspectos híbridos,danças dramáticas populares e musicalidades, cocos, maracatus, sambas rural, de roda, cirandas e afoxés. Ao todo são 13 integrantes, autodidatas, pesquisadores universitários,atores, bailarinos, músicos, figurinistas, e produtores, com diversas idades identificados com as culturas populares e afro-brasileiras. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE..

Show Umoja de música e dança:

Maracatu
O show começa com um baque de maracatu afastados do palco,ou do local de
apresentação, um pequeno cortejo, vamos nos aproximando e o povo que estiver
presente já começa a ouvir a sonoridade do baque...

Danças Circulares:
Samba de coco, Ciranda, Samba de roda (o público é convidado a participar das
rodas e interagir junto com os dançarinos e cantores do grupo)

Show percussivo:
Canjira (os percussionistas e dançarinos do grupo fazem performances
improvisadas, convidando o publico também a participar)
Tempo total do show com o cortejo:
01h(uma hora) ( pode ser adaptado conforme necessidades)



FICHA TÉCNICA:

Dançarinos:
Priscila Preta
Débora Marçal

Percussionistas/ Cantores
Rabi
Euller Alves
Allan Bernadino
Alemão
Flavia Rosa
Alânia Cerqueira

Músicas
Todas as músicas cantadas no show
São de nossa autoria e de Domínio Público.

Apresentação
Euller Alves


Everton Alves da Silva, nome artístico Rabi, arte-educador de percussão com formação
autodidata, percussionista popular vasta experiência em atabaque, conga, agogô,
tamborim, bongô, pandeiro, reco-reco, chocalho, apitos, berimbau, repeliques, surdo,
tan-tan, rebolo, alfaia, caixa etc. Atualmente ministra oficina de percussão em casas de
cultura e centros educacionais com crianças, jovens e adultos.

Euler Alves da Silva, nome artístico Euller Alves, arte-educador de dança-afro. Iniciou
carreira profissional no interior da Bahia trabalhando com teatro e dança popular. Em
São Paulo deu continuidade a seu trabalho, integrando-se a grupos de dança e teatro,
realizou oficinas com crianças e adolescentes no Jardim Ângela, em casas de cultura e
espaços culturais, coordenou o grupo de cultura afro brasileira Espírito de Zumbi.
Atualmente coordena o Instituto Umoja -grupo de dramaturgia e cultura afro-brasileira.

Débora Maria dos Reis, nome artístico Débora Marçal, é dançarina, coreógrafa, atriz e
figurinista do Instituto Umoja. É Co-fundadora, Co-diretora e interprete da Capulanas
Cia de Arte Negra, cursou Comunicação das Artes do Corpo–PUC-SP, e é graduanda no
curso de Dança na Universidade Anhembi Morumbi, é Artista Orientadora de Dança do
Programa Vocacional – Secretaria Municipal de Cultural, ministra oficinas de Dança
Afro e Dança Popular brasileira, em escolas, centros culturais, instituições privadas e
particulares.

Flávia Rosa Martins, nome artístico Flavia Rosa, atriz e dançarina participou de
grupos de teatro, já realizou intervenções em hospitais como palhaça no setor de
ortopedia infantil, Atualmente ministra oficinas de dança afro-brasileira. Hoje integra a
Cia. Capulanas e o Instituto Umoja.

Elessander ( Alemão) Capoeira Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim Professores:
Gilberto e Arákùnrin De: 2004 até a presente data.
- Projeto Guri Casa Popular de Cultura de Santo Amaro Núcleo M`Boi Mirim 2005
- Percussão Casa Popular de Cultura de M’Boi Mirim Professor: Everton Alves (Rabi)
Período: 2005 a 2008
- Danças Brasileiras (Ciranda/Maracatú/Côco/Samba de Roda) Casa Popular de Cultura
do m ́boi mirim Professora: Raquel Rodrigues 2007.
- Oficina de Canto Professora: Melissa maranhão
- Oficina de Percussão Professor: Everton Alves (Rabi) - Oficina de Teatro Professor:
Carlos Gomes Oficinas promovidas pelo Projeto “VAI” – Secretaria Municipal de
Cultura, com proposta de criação de espetáculo teatral com texto coletivo “Esse Teatro
Vai da Samba” Bloco do Beco Período de 2006 e 2008.
Formação Escola Ensino Médio Completo
Histórico Profissional Ritimista e Capoeirista

Priscila Preta, graduada em Comunicação das Artes do corpo com habilitação em
teatro pela PUC-SP. Realiza trabalhos como atriz e dançarina, atuou na peça Mulheres
de Rosa dirigida por José Rubens Siqueira no TUCA, ministrou oficinas de teatro no
Programa São Paulo é uma Escola e na Fundação Casa. Atualmente é atriz e dançarina
da Cia Capulanas e do Umoja.

Alan Bernardino, Iniciou seu aprendizado da através da Oficina de capoeira e
percussão da Casa Popular de Cultura do M ́boi Mirim, Projeto Guri em 2005 (Bateria)
- Núcleo M`Boi Mirim; Iniciação musical no EE Antônio Aggio (2006) e ainda atuo
como percussionista do Grupo de Cultura Afro-Brasileira Espírito de Zumbi, Band ́
doido e Arrastão do beco e integrante do grupo umoja.
Atuo como arte-educador de percussão na Fundação Julita e Casa Popular de Cultura
de M`Boi Mirim, Associação Nossa Senhora Da Rainha Paz, obra do berço e lar Maria
sininha, jovens e adultos. É também o coordenador musical, responsável pela percussão
do Grupo de Espírito de Zumbi.



TÉCNICA UMOJA.

  • Camarim ou espaço fechado para 16 pessoas c/ espelho e banheiros
  • Água, café e lanche.
  • Palco ou praticável para 8 músicos
  • 4 microfones vozes (coral)
  • 3 microfones vozes (principal) (se possível sem fio)
  • 1 microfone HEAD SET
  • 1 microfone para pandeiro
  • 1 microfone para berimbau
  • 1 microfone para uma alfaia (com clamp)
  • 1 microfone para um surdo
  • 1 microfone para um timbal
  • 1 microfone para um par de tumbadora
  • 1 microfone para um atabaque
  • 4 caixas retorno

Instrumentos usados na apresentação:



  • 4 ALFAIAS
  • 1 SURDO
  • 1 TIMBAL
  • 1 DJEMBE
  • 1 PAR DE TUMBADORAS
  • 1 CAIXA DE GUERRA
  • 2 ABÉS
  • 1 GANZÁ
  • 1 BACURINHA
  • 1 AGOGO
  • 3 TAMBURINS
  • 1 BERIMBAU
  • 1 ATABAQUE
  • 1 CONGUÊ

Equipe:

  • 5 músicos
  • 2 dançarinos

REPERTÓRIO


TODAS AS MUSICAS DO SHOW SÃO NOSSA AUTORIA E DE
DOMINIO PÚBLICO

CIRANDA
Ciranda da lua
Minha ciranda
Até a Lua
Vem morena
Morena vem ver

SAMBA DE COCO
Quem chegou foi Umoja
Meu barco ligeiro
Ta caindo fulo
Agora foi que cheguei
Cobra verde

SAMBAS DE RODA
Eu já sambei
Cana verde
É hora é hora
São come e São Damião
Adeus adeus

MARACATU
NASCEU O MARACATU (umoja)
A CORTE VERMELHA E BRANCA (umoja)
COLHER DE PAU ( Umoja)

sábado, 21 de julho de 2018

Aniversário Verso em Versos 6 anos

Aniversário Verso em Versos 6 anos
SÁBADO, 27 de Outubro às 10:00 – 23:00
Mestres de cerimônia
Aline Anaya + James Lino + Jaime Diko Lopes + Isac Andrade
Rua batista crespos 105 na Agência Solano Trindade
Ponto de referência Terminal Campo Limpo
Produção de El Choq! Produções
LINK DO EVENTO
https://www.facebook.com/events/500500150402988/

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Sarau Verso em Versos celebra Antologia Verso em Versos

Sarau Verso em Versos celebra Antologia Verso em Versos
Sábado 14 de Julho 2018
PROGRAMAÇÃO
Mestres de cerimônia
Aline Anaya + James Lino + Jaime Diko Lopes + Isac Andrade

11:30 as 14h Almoço (Feijoada da Tia Nice)
13h as 14h JL Queiróz de
14h AS 16h discotecagem Brasa Bass Sounds + Aghata Saan
16h as 17h Pocket Show da Banda Dale
17:30h as 18h discotecagem com DJ JL Queiróz
18h 19:30 Exibição do filme Tchau, Querida.
Com a presença de um dos diretores o Gustavo Aranda que fez junto com Vinícius Segalla
Produção: Cérebro Eletrônico e Jornalistas Livres
Visita de Deputada Leci Brandão
19:30h as 21h SARAU com os amigos
confirmados Giovana Tazinazzo, Preto Win, Márcio Ricardo da Silva, Lucas Afonso, Jenyffer Nascimento, Ândeson Socram,Edk Lazarini, Davi Silva, Duzzão, Davi Aplik Umdasul, Americano Fiduhenrique, Potyra Paz, Anabela Gonçalves, Shayene Karina, Bruna Magno José Roberto, Fuzzil Magoma
21h as 22h Pocket Show
22h
22h as 23h Discotecagem
Transmissão ao vivo pela Rádio Mixtura
www.radiomixtura.com.br

EXPOSIÇÕES:
Capuchetas Poéticas
( Essa exposição vai ser colaborativas...teremos papeis e canetas coloridas as pessoas vão escrevendo poesias e pendurando pelo sarau)

LANÇAMENTO DE LIVROS:
+ Antologia Verso em Versos
+ 1º volume da coleção “Aqui, tudo é samba” de Raquel Tobias
+ 21 Gramas de Marcio Vidal Marinho
+ Locomotivamente de Pow Litera-Rua
+ Tinta Loka - Street Book de Bonga Mac e Tamires Santana

LANÇAMENTO DA REVISTA:
Sampa Mundi

FEIRA DE ECONOMIA SOLIDARIA:

LANÇAMENTO DE VÍDEO
+ Além Do Livro de Xan Alexandre
+ Rua De Trás ll de Interno
+ Eu não sou o pai de Geenuino, o PAI

Produção El Choq! Produções
Mais Informações: 11-981926297 - versoemversos@gmail.com
TOD@S SÃO BEM VIND@S
Tragam Crianças
Link do evento https://www.facebook.com/events/193303771303490

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Ajayô Samba do Monte - Junho de 2018

Salve! Salve! 
Está chegando Ajayô Samba do Monte - Edição de Inverno !
Vamos receber esta estação com muito samba, batuques e energias no Jardim Monte Azul - Zona Sul - SP - Brasil no dia 24 de JUNHO de 2018, domingo. 

PROGRAMAÇÃO

* 14h as 15h Abertura com Baque Delas
* 15h as 16h Roberta Oliveira e o Bando de Lá 
* 16h as 17h Samba de Todos os Tempos
* 17h as 18h Roberta Oliveira & O Bando de Lá 
* 18h as 18:30h Saudações aos orixás: Oxum e Iemanjá 
DIALOGO Mestre Aderbal Ashogun Moreira
* 18:30 as 19:00hs Residência: Roberta Oliveira & O Bando de Lá 
* 19:00 as 20h Homenagem para Velha Guarda Seu Dadinho da Velha Guarda Camisa Verde e Branco.
* Mestre de cerimônia James Lino e Sharylaine Bakhita
* Arte e ambientalização: Rodrigo Bueno do Mata Adentro e Jair Guilherme Filho do Balaio Ateliê.
TRANSMISSÃO AO VIVO pela Rádio Mixtura 
www.radiomixtura.com.br
Saiba mais: https://goo.gl/HS31gP

Ajayô, licença para voltar! Sim, voltar! 
Projeto Comunidade Samba do Monte!
Tod@s são bem-vindos! Tragam as crianças!
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Site: http://www.sambadomonte.com.br/

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Avenida Tomás de Souza, 551, Jardim Monte Azul
São Paulo - SP [zona sul] (próximo da estação Giovanni Gronchi do metrô - linha 5) e do Terminal de ônibus João Dias.

Localização: https://goo.gl/cbzDBH
Do meio dia às 21h.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Bia Ferreira

Do interior de Minas Gerais para o mundo! Assim nasce e brilha a estrela de Bia Ferreira, vinda de uma família de músicos cristãos, cantando em coral desde muito cedo e acessando instrumentos musicais diversos, iniciando precocemente seus estudos na música e com 15 anos de idade já  percebendo que poderia fazer da música sua profissão e ainda menina desembarca em  Aracajú – SE, com seus pais e irmãos, onde se aprimora musicalmente e assim adota a cidade como sua “Terra Natal”, virando um mito vivo na região, tocando em grandes eventos no Teatro Municipal e casas noturnas de lá.

Bia Ferreira toca de ouvido varios destes  instumentos, com  sua voz marcante e presença de palco inconfundível ela canta  jazz, blues, soul, MPB entre outros ritmos.

Passa a estudar e tendo o piano como base de sua formação musical, chega a tocar  26 instrumentos, entre eles violão, baixo, guitarra e cavaquinho, além de instrumentos de sopro e percussão, como atabaque, djembê e bateria.

Em 2009, ao entrar na faculdade, se aproximou ainda mais do universo da composição escrevendo em 2011, “Cota não é esmola” e “Não precisa ser Amélia”, a partir da tomada de ciência sobre quantos estudantes negros conviviam naquele mesmo espaço e qual era sua condição diante da opressão estudantil vivida especificamente negros cotistas.

Vem pra  São Paulo em 2015 e diante de tanto talento vai encontrar seus iguais (músicos negros periféricos) e dividiu palco que o Rapper Criolo, Nara Couto, Gloria Groove,  além de suas parcerias com grandes influências do cenário do rap feminino nacional como Preta Rara e Luana Hansen.


 

Artista da parceira 
Zulu Produtora Cultural