sábado, 23 de março de 2019

Breddas Warriors na Radio Mixtura

Quinta-feira, 4 de abril de 2019 de 19:00 a 22:00

Breddas Warriors na Radio Mixtura
Seletores: Gustavo Lopes, Rafael Moraes e Ricardo Carvalho vai mandar só as pedradas.
www.radiomixtura.com.br
BIG UP!
https://www.facebook.com/events/304049776940581/

quarta-feira, 20 de março de 2019

Mestre Zé Negão

+ Apresentação em PDF
+ Fotos
+ Rider Imput List + Mapa de Palco


Nascido em Goiana, município da mata norte pernambucana, Mestre Zé Negão carrega em sua música e em sua fala a história de seus ancestrais; Por ter nascido pobre na zona canavieira, lhe coube o trabalho de cortador de cana durante a juventude, herança do período escravocrata onde os negros assim sustentavam os engenhos da região; apesar da dura lida, o trabalho também foi acompanhado pela escuta das histórias da cidade e de seus antepassados com pessoas mais velhas e pelas
festas populares que ali aconteciam: sambadas de coco e de cavalo marinho e ensaios de escolas de samba, os quais ele acompanhava; além destas, o Mestre também cresceu ouvindo o som cadenciado dos ilús e atabaques das festas de candomblé e Jurema. Crescendo cercado pelo trabalho árduo, pela memória dos mais velhos e pela força do som dos tambores, Mestre Zé Negão foi tomando gosto pelas manifestações da cultura popular e entendendo que nelas havia não somente uma brincadeira, mas as estratégias de confluência e de preservação da ancestralidade de seu povo.

Afastado de seu local de nascimento na busca por um emprego que lhe rendesse melhores condições de sobrevivência, Mestre Zé Negão transitou nos municípios de Olinda e Recife, exercendo diversas profissões. Ao chegar em Camaragibe, no início dos anos 1980, deu início ao Projeto Negão, através do qual formou grupos de percussão e dança, ministrou oficinas e palestras e realizou uma série de eventos culturais na comunidade. Ativista político e líder comunitário, no ano de 2006 Mestre Zé Negão passa a integrar o Laia (Laboratório de Intervenção Artística) coletivo onde formou seu grupo musical e a Sambada da Laia, onde atua até hoje com ações de difusão e preservação das culturas populares.

Em seu trabalho musical, Mestre Zé Negão nos apresenta o coco de senzala, tradição herdada de sua terra natal e de seus ancestrais, que faz referência às antigas práticas de seu povo, versando sobre a lida com a terra, sobre as dores do trabalho escravo e as alegrias das libertações. O coco é acompanhado por atabaques, congas, alfaias, pandeiros, berimbau, caxixis e ganzá, além de instrumentos de fabricação própria. Em sua caminhada de ensinamentos, foi reconhecido como Griô de Tradição Oral pelo Ministério da Cultura no ano de 2008.

Referência na cidade de Camaragibe, sua presença exala força, negritude, luta e musicalidade. Músico, percussionista, luthier, educador, artesão, contador de histórias, Mestre Zé Negão - figura ímpar e admirável – traz com sua música, ancestralidade, diáspora e consciência política. Hoje dá nome ao “Canto das Memórias Mestre Zé Negão”, centro museológico e cultural comunitário onde desenvolve atividades.

Ao longo de sua carreira, Mestre Zé Negão realizou inúmeras apresentações em Sambadas de Coco do estado de Pernambuco, circulando pelas cidades de Camaragibe, Recife, Olinda, Nazaré da Mata e Tracunhaém, também em outros eventos, tais como 6ª Primavera dos Museus (Recife, 2012), realizada pelo Memorial do Tribunal Regional do Trabalho 6ª Região; Conferência Pré-Rio+20 (Recife, 2011); Bienal Internacional do Livro (Recife, 2012), realizada no Centro de Convenções; Alto José do Pinho (Recife, 2012), na programação de São João da Prefeitura do
Recife e Expoideia - Feira do Futuro (Recife, 2012), Ocupe Campo Cidade (2015), São João de Camaragibe (2016). Em 2009 e 2013 o mestre realizou turnês em alguns países da Europa, dentre eles Alemanha, França e Itália, onde também ministrou oficinas de percussão para crianças.

Também no ano de 2013, realizou suas primeiras apresentações no sudeste do país, indo a São Paulo com o show “Cantando Memórias”, onde ao lado de Mestre Zé Maria, fez shows na cidades de Peruíbe e Santo Amaro.

No ano de 2017 apresentou-se na Torre Malakoff (Amalá de Xangô) e foi o artista homenageado no Ciclo Junino da cidade de Camaragibe/PE, além de ter retornado a São Paulo para pequenas apresentações e oficinas na Missa dos Quilombos, Aparelha Luzia, Sarau Verso em Versos, Museu de Arte Sacra e shows nos Sesc Registro e Sesc 24 de Maio, onde apresentou-se com ingressos esgotados. No ano de 2018, recebeu do governo do estado de Pernambuco os prêmios “Ariano Suassuna” de Cultura Popular e “Ayrton de Almeida Carvallho”, de Preservação do Patrimônio Cultural e do governo federal o Prêmio Culturas Populares – edição Selma do Coco e no mês de novembro foi homenageado pela Terça Negra. Atualmente o Mestre se prepara para a gravação do seu primeiro CD, que irá conter apenas faixas autorais permeadas por sua imensa riqueza, singularidade e criatividade sonora.

Ficha Técnica
Mestre Zé Negão - Voz Principal e percussão
Marcone da Laia – Voz, Alfaia e Percussão
Mírian América – Voz, Ganzá e Percussão
Patrícia Araújo – Voz e Percussão
Plano de Luz
 https://goo.gl/6VM7qM
Rider Técnico 
https://goo.gl/HHhtA1
Mapa de Palco
https://goo.gl/B5kBYD

Clipagem Cachê

https://goo.gl/e346aX
https://goo.gl/VjeeYz
https://goo.gl/shsNKf
https://goo.gl/oaWA4A
https://goo.gl/itraEB

Verso em Versos no Teatro Solano Trindade 40 anos de liberdade Serra Leoa com Maracatu Nação Cambinda


TODOS SÃO BEM VINDOS

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Ó Do Forró vai lança o videoclipe com participação do Rappin Hood

El Choq! Produções encontrar a banda Ó Do Forró para falar que o vídeo clipe da música "A Corrente# que tem a participação do RAPPIN HOOD está pronto...próximo passo pensar em estrategia de lançamento

Contamos com a força de apoio de toda nação forrozeira.
Aguardem mais informações
O Clipe está lindo

#elchoqproducoes #odoforro #ACorrenteODoForro #RappinHood

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Horta di Gueto

Horta di Gueto é um coletivo é formado por jovens de Taboão da Serra, na periferia de São Paulo, com o objetivo de levar os saberes e as práticas da permacultura e da agroecologia para a nossa comunidade. A idéia é promover a visão da periferia, os talentos locais, a maneira tradicional como a perifa colabora, trabalha e cria a vida em conjunto para que essas pessoas (nós) sejamos os protagonistas da própria história e cultura, visando uma forma mais autônoma e sustentável de se viver.

O que fazemos:
Ocupumos uma praça em uma área de vulnerabilidade social em Taboão da Serra trazendo atividades de permacultura, como jardinagem agroecológica, composteira comunitária, oficinas de pintura com tinta de terra, brincadeiras, atelier aberto, rodas de conversa e uma feira agroecológica mensal com alimentos das agricultoras quilombolas do Vale do Ribeira e hortaliças de uma agricultora local.

Envolve artistas locais na divulgação dos eventos e nas oficinas.

Também articula em rede com outros coletivos periféricos de permacultura e escolas e centros culturais de Taboão e do Campo Limpo.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Jongo Embu das Artes

MATERIAL PARA DOWNLOAD

Comunidade Jongo Embu das Artes é um grupo de cultura popular tradicional praticante e mantenedor da cultura do Jongo, reconhecido como patrimônio imaterial brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2005.

Parte dos integrantes são membros da mesma família, com raiz na Comunidade Jongo de Piquete  e descendentes de jongueiros do município de Itajubá - MG. O Jongo está presente na família da Mestra Sol (Solemar Cristina da Silva),   há mais de 50 anos e em Embu das Artes - SP a Comunidade está organizada há dez anos. Tem como sede a casa da mestra Sol no bairro Cercado Grande, realiza encontros quinzenais, festas anuais, e oficinas e apresentações esporádicas.

A cultura do Jongo compreende dança, canto e percussão, organizados em roda, com pontos (cantigas) autorais e de domínio público, seguindo o ritmo de três tambores (Tambu, Caxambu e Candongueiro) e regido pela Mestra ou Mestre responsável pela roda.
Linguagem artística: Musical - Música Afro percussiva.

 Regência: Solemar Cristina

Integrantes: A comunidade é composta por 36 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Repertório:  Músicas (pontos) tradicionais de domínio Público, Músicas da comunidade Jongo de Piquete e autorais da comunidade Jongo Embu das Artes.

Locais para apresentação: Palcos, áreas abertas e cobertas, cortejos, salões, espaços para intervenções artísticas, entre outros.

Rider técnico para apresentação/show:
2 microfones para voz, e 3 microfones para os tambores.

Tempo de apresentação: de 30 min à 1h.

Classificação etária: Livre

Ficha técnica:
Percussão:  Ailton, Iago, Ícaro, Jairo, Karina, Taissol, Tamiris, Thamires.

Corpo de Dança:
Anna Amaral
Ailton Junior
Allyah
Anderson dos Santos
Carine da conceição Santos
Cassio Matheus Vicente de Souza

Cecilia Rodrigues Valente
Clariane Maria
Elma Fernanda Rangel
Jeferson Tiago
Flavio Henrique de Oliveira
Gabriella Cassia Silva Araujo
Gabriel Mesquita do Nascimento
Gabriel Nery
Icaro Cesar Silva Rivas
Igor Aparecido de Campos
Iago Silva Rivas
Iara Silva
Jairo Barbosa de Medeiros
Karina Carvalho Correia Mota
 Layla Martins Moreira dos Santos
Maria Aparecida Catel de Lima
Maria Aparecida do Amaral Rodrigues
Maria Izabel Gomes de Oliveira
Marina Mesquita do Nascimento
Nabila Fernanda Alves Pereira
Paulo Werdan Costa Oliveira Silva
Rafael Kennyata
Ricardo de Oliveira Macegossa
Tainá Sophia de Araujo Nascimento
Tamiris Nascimento Souza
Thamires Ramos Martins
Vera Isolina Vieira Leite
Vlademir Pinheiro de Oliveira
Victor Hugo Oliveira Corcino dos Santos
Vilena Irene Nery Silva


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