segunda-feira, 6 de maio de 2019

Bat Macumba Samba Reggae

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Bat Macumba Samba Reggae, o grupo que mistura influências do Reggae, Samba, Dancehall, Rap e Candomblé, trazendo muita africanidade e brasilidade em seu swing, O resgate da auto- estima, da espiritualidade, da fée o respeito a vida usando o ritmo como ferramenta educacional e de combate ao racismo.


O Bat Macumba Samba Reggae, grupo fundado em 2009, traz dinâmicas das músicas afro-baiana e jamaicana. Com composições que tem um forte apelo no combate ao racismo, na valorização da mulher preta, no processo histórico africano - muito além do negro escravizado, ou seja, elevando a auto-estima do povo negro com fundamentos e contundências no ritmo envolvente dos tambores. Por acreditar que a música está além de ritmo e sonoridade, o grupo Bat Macumba Samba Reggae, de Ribeirão Preto-SP, apresenta o seu primeiro álbum -intitulado “MEUS ANCESTRAIS”.

Com influências no Afrocentrismo, ideologia cultural e política, baseia-se na centralidade da África e africanos. Citando a população negra da diáspora, rompe com a hegemonia da cultura ocidental e propõe um olhar profundo para as cosmovisões ancestrais do continente mãe. O show é composto por vinhetas muito bem elaboradas que se entrelaçam aos tambores e às composições autorais, tendo como destaque a música “África Perdida” que relata e denuncia de forma clara e objetiva as iniquidades impostas pelo colonizador ao homem negro e à mulher negra. Fatos que persistem na atualidade, por isso a urgência deste trabalho, com o intuito de conscientização.

O grupo atualmente é formado por: Rudah Felipe (voz, composições e arranjos), Andrea Mille (voz e surdo e percussões), Ariane Mille (voz e contra-surdo), Marcelo Barbosa (voz, concepção eletrônica e caixa), Amarildo “Bob Júnior” Pereira (voz e timbal), Cauê Cesar (repinique).




RUDAH FELIPE sua musicalidade vem do Terreiro de Candomblé que foi fundado pelo seu tio.AÃos 8 anos de idade ingressou na academia da bateria da G.R.E.S. Águia de Ouro.
No ano de 2000 se mudou para Ribeirão Preto onde iniciou sua carreira musical. Atualmente é Mestre e compositor do 1º Afosé do interior paulista “ Afosé omo Orunmila” até os dias atuais.

ANDRÉA MILLE iniciou seus estudos em música aos 11 anos com seu pai Deva Mille.
Aos 15 começou a acompanhar o pai, em seus projetos sociais e percussão. Atende os núcleo de assistência á criança e ao adolescente com o Projeto Tamboreando, além de participar de diversos projetos na cidade e integra o grupo de Maracatu Baque Mulher.

ARIANE MILLE a música sempre foi a base de sua estrutura. Filha do músico Deva Mille, participa desde 1991 de projetos musicais, culturais e sociais voltados à comunidade carente. Aos 13 anos já com vasta bagagem musical, começou a atuar como monitora em diversos projetos tais como: Laboratuque e Toque da Lata. Como percussionista atuou ao lado do pai, Deva Mille, e acompanhou artistas da cena local.

MARCELO BARBOSA teve seu primeiro contato com a música através dos discos de seus pais, mais tarde, na escola, teve seu primeiro contato com o violão. Aos 16 anos começou seus estudos em música passando pelo instituto de música de Ribeirão Preto. Na sua carreira profissional, era cantor e tocava violão na banda Fóle da Ribeira, e juntamente com essa banda realizou uma rica pesquisa em ritmos tradicionais como samba,Maracatu, Caboclinho,Côco, Frevo, Afoxé e Reggae e integra o Bloco Afosé Omó orunmilá.

Amarildo Pereira Junior, o BOB, é filho de percussionista e professor de música. Aos aos 7 anos percussão, principalmente os rítmos do maracatu, afoxé, samba, samba de côco, entre outros. No ano de 2013 se torna integrante do Maracatu Navegante, onde toca até hoje.

CAUÊ CESAR, é professor de capoeira iniciado no candomblé iniciou seus estudos na música aos 7 anos. Ainda na infância integrou grupos como, Trampolim das artes com Deva Mille e Toque da Lata. 

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